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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Desrespeito aos "concurseiros"


Prezad@ Concursand@

A opinião que apresento a seguir tem a intenção exclusiva de partilhar com tod@s aquel@s que levam a sério os concursos públicos, prezam pelos princípios da administração pública e se preparam com esforço e, quase sempre, sacrifício, para prestar concurso público.
De cara, o EDITAL Nº 01/2013 – MinC, de 28 de janeiro de 2013 causou estranheza por alguns aspectos e procedimentos adotados per banca responsável. Fiz a prova, ontem, mais por curiosidade. A "qualidade" das questões confirmaram o estranhamento e, agora, estou vendo alguns detalhes do edital mais estranhos ainda, o que me levou a compartilhá-los com @s amig@s leitor@s. 
Trata-se do Instituto Cidades, nitidamente despreparado, inexperiente e sem qualidade técnica para realizar seleção em concursos - pelo menos não no âmbito da administração pública Federal e nos padrões de qualidade de bancas que conhecemos como ESAF/MF, CESPE/UNB e FCC, por exemplo. Lista de quantidade de provas aplicadas nem sempre garante muita coisa, não é?! 
Provas disso são as questões mal elaboradas e o fato de dificultarem a a apresentação de recursos. Veja o tamanho do ABSURDO:
"13.4. Todos os recursos deverão ser dirigidos ao Presidente da Comissão de Concurso, em formulário padronizado, E ENTREGUES, PESSOALMENTE OU POR PROCURAÇÃO, dentro do prazo indicado no subitem 13.2, NO ENDEREÇO E HORÁRIOS constantes no subitem 3.4 deste Edital, quando da publicação do resultado de cada evento passível de recurso."  (SBN (Setor Bancário Norte) Quadra 2, Bloco F, Ed. Via Capital, sala 1514, CEP: 70.940 – 970, Brasília- DF, das 8h às 12h e das 13h às 17h)
13.9. Não serão aceitos os recursos interpostos por fac-símile (fax), telex, telegrama, Internet ou outro meio que não seja o especificado neste Edital.
13.10. Também não será aceito o recurso interposto sem o fornecimento de quaisquer dos dados constantes no subitem 13.6. ou sem fundamentação ou bibliografia pertinente.
13.11. A banca examinadora determinada pelo Instituto Cidades constitui última instância para recurso, sendo soberana em suas decisões, razão pela qual não caberão recursos adicionais.
A impressão que fica é a de uma banca que aplica prova mal elaborada e, para piorar, tenta impedir, ou impede - na prática - que os participantes recorram, ao impor como única possibilidade que os recursos sejam entregues, pessoalmente ou por procuração.
Minha opinião? - Errou feio o Ministério da Cultura ao designar essa "banca" para realizar o concurso. Um lamentável desrespeito aos milhares de participantes que levaram a sério o edital e participarem desse episódio, no mínimo, muito estranho. Embora não tenha sido o meu caso, sei que muitos gastaram tempo e dinheiro se preparando, na expectativa de uma prova à altura do que merece e precisa a seleção para um Ministério do Governo Federal. Muito estranho! Suspeito?, talvez!

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